Há 37 anos, no dia 12 de agosto de 1983, um tiro de escopeta calibre 12 pôs fim à vida de Margarida Alves, mulher paraibana, sindicalista, símbolo de luta e resistência pelos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores rurais.

O assassinato planejado por fazendeiros e engrossado pelo patriarcado, realizado na frente do esposo e do filho de Margarida, passou impune: até hoje nenhum acusado foi condenado pelo crime. A vida de Margarida se esvaiu. Mas o sangue que saiu de seu corpo e correu pelo chão fez brotar sementes de luta para toda classe trabalhadora.

A Marcha das Margaridas, realizada todos os anos reunindo milhares de mulheres, como momento de luta das trabalhadoras do campo e da cidade, é prova disso. A ação, considerada o maior movimento realizado por mulheres em toda América Latina, completa neste 12 de agosto 20 anos. E neste momento de crise, miséria, desemprego e morte, diante de um governo genocida e antipovo, a voz e a resistência de Margarida Alves, mais que nunca, deve ecoar pelos gritos de mulheres e homens que lutam por um Brasil mais justo.

Marcha das Margaridas 2019

Margarida Alves, presente!

Fonte: CUT-DF

A Anatel manifestou objeção ao aditamento do Plano de Recuperação Judicial da Oi. A agência, uma das credoras da operadora, apresentou nesta no último dia 31, por meio da Procuradoria Federal Especializada, a objeção dentro do prazo previsto pela empresa. Em posicionamento, a Oi afirmou que entende ser natural a manifestação do regulador.

"Apontou-se, especificamente, que o Aditamento ao PRJ mantém inalterado o tratamento dispensado aos créditos da Anatel, com instituição de condições de pagamento ainda não previstas em lei, reservando-se a agência, contudo, o direito de avaliar os demais aspectos do Aditamento nos momentos oportunos, incluindo a possibilidade de formalização, no Aditamento a ser votado, do reconhecimento de tratamento distinto do atual aos créditos da agência", diz o comunicado assinado pelo presidente Leonardo Euler e pelo procurador-geral da PFE junto à Anatel, Paulo Firmeza.

Segundo a agência, a objeção não implica antecipação quanto à postura e participação do órgão ou da Advocacia-Geral da União (AGU) na assembleia geral de credores da Oi, prevista para ser realizada em algum momento de agosto. Lembra ainda que os termos da proposta de aditamento poderão ser modificados.

Requerimento

Conforme explica a Anatel, a Oi apresentou à Procuradoria-Geral Federal (PGF) no último dia 20 um requerimento de transação em relação aos créditos da agência nos termos da Lei nº 13.988/2020, que prevê a possibilidade de descontos nas multas e juros de débitos tributários. A operadora havia afirmado ainda em junho que iria acionar a nova lei para propor antecipação de pagamento com descontos de até 60%. 

A Anatel diz que esse pedido está "em análise pelos órgãos competentes". Diz ainda que, "em atenção aos princípios da boa-fé, lealdade e transparência, foi informado ao juízo da recuperação judicial, ocasião em que se registrou a importância de que a transação possa ser celebrada o quanto antes, o que certamente contribuiria para o melhor deslinde da AGC."

Posicionamento da Oi

A Oi enviou posicionamento à imprensa ressaltando que a Anatel não afirmou que é contra o aditamento do plano, mas apenas manifestou objeção por conta de um item específico (submissão dos seus créditos). Confira AQUI o posicionamento na íntegra da OI

Assessoria de Comunicação

C/Informações do Teletime

05/08/2020 22:12:02

Oi avalia suas redes de telefonia e internet móveis, que reúnem 33,9 milhões de clientes, em ao menos R$ 15 bilhões

O trio formado por TIM, Vivo e Claro deve assumir a liderança na corrida pela aquisição da rede móvel Oi na próxima semana, caso não seja renovado o direito de exclusividade nas negociações assinado dias atrás entre a Oi e a Highline do Brasil e que expira na segunda-feira (3).
Conforme apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a Highline desistiu de fazer nova oferta pelos ativos da operadora. Com isso, deve perder o direito de exclusividade, que passará para TIM, Vivo e Claro. O trio vai fatiar as redes e os clientes da Oi entre si.
A Oi avalia suas redes de telefonia e internet móveis, que reúnem 33,9 milhões de clientes, em ao menos R$ 15 bilhões.
A primeira oferta partiu de TIM, Vivo e Claro em meados de julho. O valor não foi informado, mas a reportagem apurou que foi de R$ 15,1 bilhões.
Na sequência, a Highline (empresa especializada em infraestrutura de telecomunicações e controlada pela norte-americana Digital Colony) colocou na mesa um valor não revelado, mas superior a esse lance. Daí veio a reação de TIM, Vivo e Claro, com nova proposta, agora com o valor de R$ 16,5 bilhões.
Em comunicado oficial, a Oi já disse que o novo lance do trio de operadoras "tem condições financeiras mais vantajosas".
Já nos bastidores, não descarta nenhuma proponente, e o comentário é de que o lance da Highline é "bom o bastante" para vingar.  Isso porque o lance vencedor não será pautado apenas pelo seu valor.
O plano da Oi prevê que a direção poderá aceitar a segunda melhor proposta, desde que com preço até 5% inferior àquele apresentado na proposta de maior valor, mediante "justificativa fundamentada".
A Highline tem, na teoria, a vantagem de não provocar uma concentração do mercado brasileiro de telecomunicações em torno de apenas três operadoras - o que facilitaria a aprovação do negócio perante o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Por outro lado, a Highline é uma novata no mercado brasileiro, sem experiência em telefonia e internet móvel para o consumidor final, além de contar com uma infraestrutura incipiente.
O presidente da TIM, Pietro Labriola, mandou recado de que não entrará numa guerra de preço pelo negócio. "Não temos interesse em entrar em competição irracional em torno do preço", disse, em entrevista, na noite de quarta-feira. "O negócio para TIM não é 'do or die' (faça ou morra)." 

Fonte: Estadão

03/08/2020 14:56:13

A direção do SINTTEL-RS acompanha atentamente o avanço da pandemia de COVID-19, a doença causada pelo CORONAVÍRUS. Preocupada com os trabalhadores em telecomunicações e, também, com os do Sindicato, decidiu reduzir o horário de trabalho podendo ser reavaliado a qualquer instante, conforme evolução do estado de alerta.

O novo horário é das 10h às 16h15. Este horário é emergencial.

Reafirmamos que estamos à disposição dos trabalhadores e trabalhadoras e orientamos todos que, caso necessitem de informações ou qualquer outra questão, podem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou por telefone, pelo número (51) 3286.9600.

Atenciosamente,

Direção SINTTEL-RS