Por uma nação mais justa e solidária


A nação brasileira está numa encruzilhada. Nesta eleição presidencial a população vai escolher entre o caminho da obscuridade, do retrocesso e dos ataques aos trabalhadores ou a vereda da civilização e do respeito aos direitos dos cidadãos. A escolha do caminho vai determinar o futuro da previdência pública e complementar.
35 milhões de brasileiros idosos ou incapacitados para o trabalho recebem benefícios mensais da seguridade social. A política de valorização do salário mínimo, piso previdenciário, melhorou a vida de dezenas de milhões de pessoas e precisa ser mantida.
A seguridade social brasileira é sustentável. Seu equilíbrio está ameaçado pela revogação de direitos trabalhistas aprovada no atual governo e pelo aumento do trabalho informal, que reduzem o número de trabalhadores contribuintes para a previdência. A solução é revogar a reforma trabalhista para não comprometer o futuro da previdência social.
Refutamos as propostas de reforma da previdência que ferem direitos dos trabalhadores, reduzem benefícios e impedem a aposentadoria de milhões de brasileiros pela implantação de idade mínima superior à expectativa de vida da população mais carente.
Rejeitamos, também, as propostas de capitalização da previdência social. Estas medidas já foram implantadas em muitos países da América Latina e o resultado foi a exclusão da maioria dos trabalhadores do sistema, obrigando-os a trabalhar até o fim da vida. A contribuição patronal foi abolida e a maioria dos trabalhadores não consegue poupar o suficiente para se aposentar, aumentando a miséria e a exclusão social.
O futuro da previdência complementar também está ameaçado. O crescimento dos fundos de pensão depende da melhoria do nível de renda da população, que só vai aumentar se a atividade econômica for incrementada, gerando mais empregos e valorizando o salário dos trabalhadores. Candidaturas que defendem cortes de direitos, redução de investimentos públicos em infraestrutura e programas sociais só vão deteriorar ainda mais as perspectivas da economia e da valorização do trabalho.
É preciso rever a legislação para melhorar as regras de governança e aumentar a representação dos trabalhadores na gestão das entidades de previdência. E rever as normas infralegais para proteger os direitos dos participantes e preservar o contrato previdenciário espelhado nos estatutos e regulamentos dos planos de benefícios.
A candidatura presidencial que tem maior afinidade com estas nossas preocupações é a de Haddad e Manuela, que merece nosso apoio.
De outro lado, a candidatura que ataca de maneira mais explícita os direitos sociais e trabalhistas, prega a intolerância e não respeita os princípios democráticos é a de Jair Bolsonaro.
Pedimos a reflexão de todos e a escolha consciente para definir o futuro da nação.
Antônio Bráulio de Carvalho – Funcef
Claudia Muinho Ricaldoni – Forluz
José Ricardo Sasseron - Previ

Rua Washington Luiz, 572 - Centro, Cep 90010-460 Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O novo horário de atendimento é das 10h às 16h15.

Este horário é emergencial, devido a pandemia.

Estamos à disposição dos trabalhadores, caso necessitem de informações ou qualquer outra questão, podem enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou por telefone, pelo número (51) 3286.9600.

Atenciosamente,

Direção SINTTEL-RS