O índice oficial do PPR da Serede ficou em 0,64 salários. O pagamento deve ser feito até o dia 30 de abril, no máximo.

O valor ficou muito abaixo do PPR dos trabalhadores da OI (2,98 salários) e da Paggo (1,33 salários), e até mesmo do PPR de 2018, que foi pago em 2019, conforme acordo específico.

É inaceitável uma disparidade tão grande de valores para empresas do mesmo Grupo OI, especialmente tendo em vista que os trabalhadores da Serede são os maiores responsáveis para que a OI atinja suas metas.

Para o presidente do SINTTELRS, Gilnei Azambuja, o valor acaba sendo um desestímulo. “Este resultado acaba prejudicando o principal fundamento do PPR, que é exatamente incentivar e dar um prêmio pela dedicação e esforço do trabalhador”, ponderou ele.

Assessoria de Comunicação

01/04/2020 18:01:30

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), indeferiu o pedido da Ezentis de revogação de tutela de urgência que decidiu, liminarmente, que a empresa fornecesse a todos os seus empregados, mediante recibo de entrega, máscaras, álcool gel antisséptico 70% e luvas, além de outras medidas em relação a proteção do trabalhador na pandemia de coronavírus.

Além das determinações, a Justiça estabeleceu o prazo de cinco dias para cumprimento, findo o qual, a empresa pagaria multa de mil reais por dia caso seja descumprisse a ordem judicial.

Diante daquela decisão, a EZENTIS ingressou com uma petição, na qual restou mantida a liminar, conforme despacho em anexo.

CONFIRA AQUI O DESPACHO.

Assessoria de Comunicação

01/04/2020 18:32:41

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu por 60 dias, ou até que seja encerrada a crise causada pela Covid-19, as demissões previstas pela Dataprev e os prazos de realocação conforme o acordo firmado entre trabalhadores e a estatal para o fim da greve, em fevereiro deste 2020. 

Segundo alegaram os funcionários, diversos itens daquele acordo foram dificultados pela pandemia e, por isso, pediram, primeiro em negociação direta com a estatal, depois na Justiça, que os prazos inicialmente acertados sejam revistos. 

De acordo com os trabalhadores, “não há condição para o cumprimento de todos os itens estabelecidos no acordo, em razão da situação de calamidade pública declarada no país. Em especial, os prazos que venceram em 30/3 e que envolve o reaproveitamento de aposentados e a realocação de funcionários em outros órgãos ou na unidade da Dataprev”. 

A ministra do TST, em sua relatoria, afirmou que “nesse cenário de absoluta excepcionalidade, vislumbro caracterizados os elementos que evidenciam a probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, que autorizam a concessão da liminar ora pleiteada”. 

Como resultado, decidiu suspender por 60 dias, ou até que seja retirada a declaração de calamidade pública e sejam retomadas as condições de normalidade em todas as unidades que a Dataprev pretende fechar, de forma que a estatal “não promova qualquer dispensa de empregados das unidades/localidades em processo de desativação, mantendo as condições em que se encontram atualmente, com o pagamento regular dos salários”. 

Assessoria de Comunicação

C/Informações do TST

01/04/2020 16:24:26

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